Antes de começar o post de hoje, algumas considerações:
1) Eu não estou apoiando a libertinagem;
2) Eu não estou falando que as teorias existentes são mentirosas ou que não funcionam;
3) Ninguém, jamais deverá usar minhas teorias como verdade absoluta. São só teorias, o que eu penso. O melhor a se fazer é ter a sua própria opinião. Peça ajuda a Deus.
Considerando isso, vamos lá.
Eu gosto muito e considero muito importante o que o movimento Eu Escolhi Esperar faz atualmente. É muito corajoso falar sobre relacionamentos e, principalmente, sobre sexo com jovens cristãos. Considerando que isso não acontece na maioria das igrejas. Entretanto, não por culpa do próprio movimento, mas por culpa da alienação das pessoas, o #EEE se tornou uma verdade absoluta para muitas pessoas. Não que isso não deva ser praticado, mas, há quem use isso como lema de vida e aí a essência se perde. A minha crítica aqui, vai aos jovens que ficam esperando o “príncipe encantado” chegar, sendo que ele não existe. O mesmo serve para os homens. Primeiro: pessoas perfeitas NÃO EXISTEM! E não, eu não acredito que Deus vai mandar alguém bater na sua porta sábado a noite para perguntar se você quer viver um “propósito” com ele ou ela. Isso NÃO VAI acontecer.


Que eu me lembre esse nome era o título de uma minissérie de muito sucesso há uns dez anos atrás na TV Globo. Voltou. E voltou com tudo. Anitta, para quem ainda não sabe (felizes são), é uma cantora de funk/pop sendo multi promovida, principalmente, por ser um dos pupilos da gravadora da mesma Rede Globo, a Som Livre. O hit que fez a funkeira estourar foi o “prepara”, entoado aos quatro cantos pelo pessoal massa de manobra. Do outro lado dos gêneros e na mesma situação está o “chocolateiro” Naldo. Outro funkeiro pop que está passando pela mesma fase de superestimo.
Nasceram os meninos. Todos os dias nascem meninos (e meninas também). Nasceram após um longo período de gravidez. Planejamento de nome. Roupas. Alegria na família. Todo o ritual que se inicia quando uma mulher descobre a gravidez. Na Inglaterra, num hospital de luxo, com os melhores médicos, equipamentos, com toda a aparelhagem necessária para todas as situações que podem advir no pós parto, nasceu George. Na Bahia, um garotinho sem nome, sem leito, sem proteção, e – principalmente – sem amor, é encontrado numa caixa de sapatos. Nasceu Francisco.
Ah, o amor… Os livros que não o tem como conteúdo vendem menos. As novelas estão empanturradas com músicas que o tem como tema. As revistas, os jornais, histórias em quadrinhos, imagens nas redes sociais giram em torno disso, desse sentimento, das histórias, dos mistérios e do ar que paira quando se diz: o amor.




Estou profundamente envergonhado pela maneira como muitos irmãos têm reagido à prisão do Pastor Marcos Pereira da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, preso preventivamente na terça-feira à noite, investigado por seis estupros. A impressão que se passa é que a maioria está mais preocupada com o escândalo em si. Temem que respingue na reputação da igreja evangélica como um todo e, assim, mine ainda mais a sua credibilidade já tão desgastada junto à sociedade. Não vi ninguém demonstrar preocupação e compaixão pelas vítimas de alguém que se escondia por trás de uma posição eclesiástica para cometer abusos e estupros. Como estará o coração dessas pessoas? 






Sente saudades de um tempo que já se foi? Não sabe explicar para o seu filho por que o coleguinha tem dois pais ou duas mães, e não uma família como deve ser? Lamenta que pobres e negros possam entrar nas universidades, concorrendo a vagas que sempre foram suas? Cansado de ser chamado de reacionário por uma gente maluca que quer mudar coisas que para você estão ótimas? Pare de se chatear. Seus problemas acabaram!
do 
Prendam o ‘deus’ do Feliciano. É um assassino, facínora, bandido da pior espécie, sanguinário. Eu sou ateu do ‘deus’ do Feliciano. Não é esse que eu conheço, creio, tento viver por Ele. Chamem a polícia, o exército, o Joaquim Barbosa (ele não é um novo herói nacional?), seja como for, não deixem assim. Onde já se viu? Além de tudo, esse ‘deus’ do Feliciano tem péssimo gosto musical. Deveria matar os cantores ruins, John Lennon fez parte de um grupo que revolucionou a história da música em âmbito mundial. E quando ele fala dos Mamonas Assassinas, é um movimento parecido, só que no Brasil. 

Este fim de semana serviu para ligar novamente as duas revistas de maior tiragem do país. Não é de hoje que Veja e Época mostram igualdade em capas (ou seria falta de criatividade?). Lembro-me de exemplos recentes, como o novo papa, ou mesmo da morte do presidente venezuelano Hugo Chávez. Assuntos como esse parecem obrigatórios nas capas de ambas. Mas foi-se a época (sem trocadilhos) em que ‘ser capa da Veja’ era um elogio. A última capa de ambas (só pra variar), repercutiu o caso da cantora Daniela Mercury.
Há cerca de um mês foi realizado, aqui em Indaiatuba, a gravação de um dos maiores Harlem Shake’s do Brasil. A dança, virou 

"olha pra mim..." 
É difícil imaginar o que um senhor quase octogenário pode influenciar no mundo cada vez mais dominados pelos milionários antes dos 30. É claro que estamos falando de um instituição religiosa que é mais velha que os dois últimos papas e os milionários antes dos 30 juntos. A Igreja Católica já dominou o mundo e se hoje não é assim, pelo menos, ela goza de boa influência e adeptos.
Se Deus é um cara que fica esperando eu fazer algo para retribuir, então eu sou ateu. Se o Todo-Poderoso está debaixo da regra da ação e reação, onde eu precise depositar para depois receber, como uma bolsa de valores, então eu sou ateu. Existem bons bancos – com bons juros e comerciais bonitinhos – onde eu posso conseguir dinheiro mais fácil do que ficar fingindo gostar dos ‘irmãos’.