Não, eu não acho que tenha passado rápido. Foi um ano que passou como tinha que passar, as mudanças na intensidade de como se vive interferem muito mais no tempo, quando se trata de passar mais rápido ou não, do que qualquer outro fator. Quando esperamos muito por um momento, o tempo demora a chegar, olhamos muito pro relógio, para o céu, já quando queremos que passe vagarosamente, voa, de forma muito rápida. O mais importante no tempo não é quanto ele dura, mas com qual intensidade ele acontece.
Esse ano que se finda logo mais foi bom na média. Talvez o melhor. Em alguns aspectos ele foi o melhor da história, particularmente, entretanto, em outras áreas não avançou em nada. Mas fazer o que se somos um turbilhão de sentimentos e emoções?
Esse ano comecei a faculdade, mas que bom, que lugar, que experiência, isso é tudo muito bom. A banda avançou e chegou a lugares que nunca imaginei. Sem dúvida, em 2012, eu conheci muita gente nova, gente de novas cidades, de vários gêneros, que torce pra tantos times, usam roupas tão distintas entre si, tem culturas e preceitos absolutamente novos para mim. O mundo é tão grande e tão pequeno, não é?
Amei, chorei, lutei, sorri, sorri pra valer. É preciso empregar muita força para aprender a ser feliz tão profundamente assim como nós conseguimos ser tão tristes. Foi um ano de experiências incomparáveis. Como as pessoas podem mudar tanto? Podem ser tão surpreendentes? Como pode sermos tão iguais e diferentes ao mesmo tempo?
Foram avanços importantes em 2012. Emprego novo, muitos novos clichês, novos bordões, velhos que nem me lembro. Eu termino esse ano maior que comecei, e sei que pode vir muito mais por aí. Dependerá muito de onde eu quero chegar e o que eu serei capaz de fazer para chegar lá. Além de, claro, saber que tudo tem o seu preço. Aliando todas as forças que somos capazes, acreditando nas nossas capacidades, não só de fazer, mas de recorrer a Deus quando precisar, temos uma capacidade quase infinita.
Agradeço a minha família por ser a minha base, Deus por ser simplesmente o meu TUDO. Aos meus amigos por me aturarem, rsrs. Aos colegas de trabalho. Aos grandes colegas de faculdade que tiveram grande responsabilidade por grandiosos momentos em 2012. Por todas as pessoas que se preocuparam comigo em algum momento, que me amaram – teve? haha – que odiaram – esse teve, é certeza, haha – pessoas as quais eu colaborei, para bem ou não, para esse 2012 ser diferente.
E em 2013, o que virá depende de mim, de você, de nós. Se quisermos um mundo melhor, precisaremos tirar a poupança da cadeira e do banco, para ajudar de todas as formas quem precisa. E tem gente que precisa de dinheiro, de abraço, de carinho, de amor, de atenção. Que saibamos nos encontrar em meio aos nossos medos e sonhos. Faça o seu 2013 tão bom quanto 2012. Mude o que faltou, mantenha o que foi bom.
O meu 2012 foi excelente viu. Eu sei que dá para melhorar, e porque não tentar?
A vida é uma só, é preciso viver/amar/sentir como se não houvesse amanhã, por mais clichê que isso soe, uma hora a gente acerta!
Feliz 2013 !
O Blog volta as atividades na segunda quinzena de Janeiro!
Acabo de chegar de uma cantata numa igreja hispana em Deltona, Florida. Devo admitir que aprecio muito a atmosfera natalina. Gosto de ver as casas enfeitadas, os shoppings lotados, o corre-corre, a mesa farta, a troca de presentes, e até… o Papai Noel. Isso mesmo que você acabou de ler. Sou fã do bom velhinho. Tive minhas desavenças com ele anos atrás, pois julgava que estava usurpando o lugar de Cristo. De um tempo pra cá, fiz as pazes com o velho Noel. Antes que alguém me esconjure, deixe-me explicar.

Bem vamos lá. Que tal falarmos de propostas para a educação? Ou segurança, o que acham? Moradia também é legal, né? Não, vamos falar de uma frase de pouquíssimos pixels na cédula do real que gera uma discussão quase infinita perto do seu tamanho real. É claro que o seu significado e a mediocridade com que certos grupos tratam isso tem tamanho que é bem considerável. Não sei se vão tirar ou não, mas só queria entender uma coisa, só uma, porque, para quê isso agora? Justo agora? Hoje, esse ano, nesse momento?

Pronto, acabou! Que lástima, que vergonha, que decadência! 



Hoje se apagava a vigésima velinha do Impeatchment de Collor. Não, eu nem existia nessa época! Quer dizer, estava as portas, minha mãe estava no sétimo mês de gestação. Quando eu nasci, o presidente já era outro (Itamar Franco), mas os nervos fluíam intensamente pelos lados da cidade do Juscelino. O que falar sobre essa data marcante para o Brasil? Tem um infográfico – diga-se de passagem, muuito bem feito – no G1. Reportagens especiais em todos os sites e jornais. O que trazer de novo? Talvez nada tão diferente. O que eu quero focar mais aqui agora é o poder da influência,
Original do
Sinceramente eu não consigo definir quem é mais estúpido! Mitt Romney ou os jornais e filmes zombando Maomé. Numa boa? Por que isso? Claro, eu sei que o ser humano é dotado de um preconceito ferrenho e assustador. Somos especialistas em rotular pessoas. O brasileiro então, minha nossa, podemos ver pelos atletas. Quantos não consideram Zico um grande jogador pelo fato de ele não ter ganho um campeonato mundial. Eu acredito que o que define a pessoa é muito mais do que se pode conquistar para mostrar. Aquilo que te faz melhor não tem quatro rodas, brasão oficial do país ou tantos segundo ao vivo no Domingão do Faustão. O que trabalha para a construção da dignidade humana, está ligado principalmente ao que você conquista por você e ninguém vê. Quem você se torna com o passar das situações e circunstâncias.
No aniversário dos atentados as torres gêmeas, eu descobri um sentimento estranho: Eu realmente levo grande respeito a sua figura. Não, aqui não tem falso moralismo, eu realmente admiro o hiper-mega-terrorista, sem ironias. Sim, ele foi o responsável – será que foi só ele? - pelos atentados de 11 anos atrás, apesar disso, é uma figura emblematicamente inspiradora. Bush que o diga, a popularidade do republicano caiu junto com o World Trade Center. A decadência moral tinha um odor tão péssimo quanto o que parecia ter aquele sapato tamanho “36” que fora arremessado – carinhosamente – contra ele alguns anos depois. 
Lamento que por tantos anos não houvesse aberto os olhos!
Nessa data tão querida, sempre nos lembramos do grito dado por Dom Pedro. Mesmo sabendo que ele estava sobre os lombos de um jumentinho, e só por parar naquele lugar por um ‘desconforto-intestinal’ e precisara ‘libertar o ‘’’’escravo’’’’ ‘.. Enfim, é 7 de Setembro, dia da Independência. No caso do Brasil, isso foi ótimo, porque os portugueses simplesmente sugaram as riquezas em pouco tempo, e continuar sob a custódia dos patrícios seria simplesmente deplorável, pro isso a famosa frase: “Independência ou Morte”. A independênca trouxe ao Brasil autonomia e lucros com os seus próprios recursos – nada mais justo. Mas e conosco, será que independência é benéfica?
Começou nas últimas semanas a propaganda política na TV. Quase um mês – parecia uma eternidade – após o início – oficial – das campanhas nas ruas visando as eleições municipais de outubro. Centenas de candidatos para os mais variados gostos se misturam no meio da falta de interesse dos eleitores no voto consciente, que é a verdadeira cidadania.
Atualizações a parte eis que surge no G1 a seguinte matéria: “Aluno filma professora agredindo adolescente” (matéria na íntegra em:
Essa é daquelas postagens do antigo blog. Não é de minha autoria, mas é sempre bom ter outros autores por aqui. Clique em mais informações e deguste esse texto, que foi feito com um tom bem interessante.

“Eu quero ser jogador de futebol – disse o garoto – Quero jogar na Europa, ter muito dinheiro e aparecer na televisão” – completa o clichê quase que uma reza para uma boa parte das crianças no Brasil. Multiplicam-se as escolinhas (aaÊe) de futebol (aah.. :@) por todos os lados. Os olhos atentos buscam por novos craques, que consigam - mais que bom futebol - uma boa imagem comercial – é o que importa! – para alavancar o esporte (entenda esporte por luuuuucro, muiito lucroo).
Jesus peitou o sistema religioso de Sua época, mesmo sabendo o alto preço que teria que pagar por Seu atrevimento.