domingo, 23 de dezembro de 2012

Hugo 2.0

Bem, cheguei. Cheguei aos 20, que diria?

Metade de 40? Duas décadas? 1/5 de 100? 1/3 de 60? Não sei, para mim são apenas números. E como eu não me dou tão bem com eles – números – às vezes é melhor desconsiderá-los.

376420_343067909111403_280085577_nAs datas dependem muito da importância que você dá a elas. Eu nasci as 9h, nem pra nascer eu me dispus cedo. Para mim, sinceramente, a gente não fica mais velho no aniversário, na data, no dia, na hora, no momento.

Nós crescemos chorando, nos decepcionando, aprendendo, sabendo dar valor as coisas, das pessoas, dos momentos e valorizar cada momento da vida, é aí que a gente cresce, fica mais velho, mais experiente.

É claro que o ideal é mesclar as idades. Como assim – você pode perguntar. A disposição de 8 anos, a sabedoria de 80, as ideias de 12, a inocência de 6, a alegria de 15.

No fundo eu sempre quis saber o que os outros pensavam de mim, hoje não quero mais. Isso não importa pra mim, o que fica é o que você é. Afinal, ninguém te conhece mesmo. Nem todos convivem conosco a ponto de saber quem somos. Então, por que saber o que pensam? “Deixem que pensem, que digam, que falem…”

Aniversário é apenas número, ritual, simbólico. Crescimento mesmo, maturidade mesmo, ser mais velho, nós nos tornamos a cada dia.

Quando uma amiga perguntou sobre presentes eu parei para pensar. Eu não preciso de nada, absolutamente nada! Deus foi imensamente e generosamente muito bom comigo. Sem Ele não estaria aqui, seria miseravelmente desprezível.

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Se eu tivesse um pedido, pediria a mim mesmo. Que eu possa um dia ser grato totalmente a Ele. E mesmo assim, não será suficiente por tudo o que fizeste por mim. Pela família, pelos amigos, pelo caráter, pelo profissional, enfim…

E se não está melhor, é por minha culpa, por falta de lutar, de ir atrás.

Agradeço aqui, em primeiro, segundo e terceiro lugares a Deus. Depois a família, aos amigos, a quem acreditou e a quem não acreditou. Por que gosta, quem não gosta, considera ou não. Somos feitos de fé e desconfiança, numa mescla de quem aposta e quem desdenha. Quem estará certo? Só depende de nós mesmos!

Que esses 20 anos renovem a fé, as esperanças, que a alegria e o ‘não ligar para o que achem’ permaneça. Ninguém tem nada a ver com nada, e os que querem se envolver simplesmente não ligam, apenas estão juntos.

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