É um mundo curioso este que vivemos não?
As pessoas são variadas, talvez esse seja o motivo de serem tão apaixonantes. Ao mesmo tempo que há aqueles seres com os quais o nosso intelecto simplesmente não se identifica, também existem aquelas almas que parece que conhecemos desde sempre.
É muito curioso como são as pessoas. Algumas raivosas, outras tão calmas, existem os cínicos, os irônicos, os fanfarrões, mentirosos e até os chorosos. São pessoas. Nasceram do mesmo jeito. Com ou sem planejamento. Cesária ou parto normal. Filho único ou quadragésimo quinto numa periferia qualquer. Muito cabelo ou careca. Todos viemos de um mesmo lugar. É curioso como é a vida.
Há no ser humano uma necessidade de mostrar-se importante. Quem não quer? As vezes naquela data importante, você nem quer um presente, mas um telefonema te faz sentir-se melhor, não é? Há uma busca desenfreada por poder. Quanto mais se tem, quanto mais mais se mostra, melhor a pessoa é – pelo menos é o que muitos pregam.
Muitos os vazios. Por que as pessoas se matam? Por que brigam? Por que choram? Somos tão iguais e tão diferentes não é?
Há quem se ache importante. Mas na verdade se somos uns como os outros não há nenhuma vantagem. Me dê aqui os seus ‘dinheiros’, rasgarei sem muito esforço. Sua imagem? Há controvérsias sobre o quanto as pessoas te admirariam se soubessem que é você de verdade, sem máscaras ou photoshops.
Que tal pararmos com esse negócio de mais importante? É claro, existem importâncias afetivas. Você sempre vai amar mais a sua mãe do que um ambulante qualquer na rua. Entretanto, quando falo em valor nesse momento, é o valor humano.
O mesmo humano que se submetido a determinadas condições, pode ter reações tão primitivas quanto qualquer espécie com cerebelo bem menor. E como fazemos besteira por tão pouco não é?
Humanos, todos parecidos e nada iguais. Todos com mesmo início e fim (Pelo menos eu nunca vi um alguém que tenha outro fim senão a morte).
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